Comissário da chancelaria chinesa enfatiza solidariedade e cooperação contra COVID-19

2020-04-06 20:20:56丨portuguese.xinhuanet.com

Hong Kong, 6 abr (Xinhua) -- O comissário do Ministério das Relações Exteriores da China na Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK) comunicou na segunda-feira os novos cônsules-gerais de cinco países na RAEHK sobre as propostas da China para combater a pandemia da COVID-19, enfatizando a solidariedade e a cooperação nesta batalha.

O comissário Xie Feng recebeu por vídeo uma chamada de cortesia dos novos cônsules-gerais da Suíça, Arábia Saudita, Tailândia, República Dominicana e Paquistão em Hong Kong, em que ele informou os cônsules-gerais sobre as propostas da China na Cúpula Extraordinária dos Líderes do G20, sua experiência no combate ao surto da COVID-19 e a contribuição para a luta global contra a pandemia.

Desde o primeiro dia da luta da China contra o surto da COVID-19, o governo chinês colocou a vida da população em primeiro lugar, mobilizou e confiou em seu povo e tomou medidas científicas e direcionadas em todo o país, disse Xie.

"Nossa árdua luta e nossos enormes sacrifícios não apenas protegeram o nosso povo, mas também criaram uma forte linha de frente de defesa contra a disseminação internacional do vírus, ganhando tempo para o resto do mundo e construindo uma experiência a ser compartilhada."

A situação na China está se movendo constantemente em uma direção positiva, e a vida e o trabalho estão voltando ao normal em um ritmo mais rápido, disse ele. "Embora os tempos mais difíceis já ficaram para trás aqui na China, o governo e o povo chinês sentem muito pelos outros países e povos, cuja vida e saúde estão sob enorme ameaça devido à disseminação da COVID-19 em todo o mundo".

Xie disse que a China assumiu ativamente sua responsabilidade na proteção da saúde e estabilidade econômica globais nesta guerra mundial contra a COVID-19.

"No início do surto, de forma aberta, transparente e responsável, não perdemos tempo em reportá-lo à OMS, compartilhando com outros países a sequência do genoma do vírus, reunindo especialistas para trabalharem juntos na prevenção e controle, e ajudando os países afetados".

Até o final de março, a China havia fornecido a 120 países e quatro organizações internacionais máscaras, roupas de proteção, kits de teste, ventiladores e outros tipos de apoio, doado 20 milhões de dólares para a OMS e enviado equipes de médicos especialistas a outros países conforme o solicitado. Governos locais, empresas e organizações da sociedade civil na China também fizeram sua parte, ressaltou o comissário.

"A China criou um centro de conhecimentos online sobre a COVID-19 aberto a todos os países e realizou mais de 40 videoconferências com mais de 100 países e regiões para compartilhar estratégias, métodos, tecnologias, padrões e casos de prevenção e controle que foram resumidos através da prática. Também estamos trabalhando com outros países em medicamentos e vacinas ".

O comissário disse que a China aumentará seu fornecimento de substâncias farmacêuticas ativas, necessidades diárias e suprimentos antiepidêmicos, além de outros suprimentos para o mercado internacional, e fará todo o possível para garantir a operação dos principais negócios e a produção e exportação de produtos essenciais na cadeia industrial global.

Xie destacou que o vírus desconhece fronteiras ou raças e não apenas se espalhou para mais de 200 países e regiões, mas também abalou o mercado financeiro global e aumentou o risco de uma grande recessão.

"A comunidade internacional está vendo cada vez mais claramente que nesta batalha contínua entre a humanidade e o vírus, e nessa luta para garantir o crescimento econômico, nenhum país sairá imune, e uma abordagem de ''incomodar o vizinho não tem vencedores", ele disse. "A solidariedade é o melhor remédio e a cooperação, a única saída."

"Infelizmente, enquanto o mundo inteiro está se unindo na luta contra o surto, alguns políticos e agências de mídia de alguns países optaram por denegrir freneticamente a resposta epidêmica da China e os esforços para ajudar os outros", disse Xie, observando que "eles o fizeram com uma mentalidade de Guerra Fria e numa tentativa de transferir a culpa e desviar a atenção de seus próprios problemas".

"Fazer especulações maliciosas acerca das nobres motivações dos outros e jogar a culpa e a lama nos demais não ajudará a salvar vidas em seus países; o tiro vai sair pela culatra, além de minar a cooperação internacional no combate à COVID-19. A comunidade internacional deve ficar atenta e combater qualquer prática desse tipo", acrescentou.

"A pandemia representa um espelho para a humanidade, refletindo os sensos de justiça, sacrifício e responsabilidade da maioria dos países e povos, mas também a parcialidade, o egoísmo e o fanatismo de outros", disse Xie. "Acreditamos que a visão de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade se enraizará mais profundamente após esta crise e que a solidariedade e a cooperação ajudarão a comunidade internacional a percorrer um longo caminho."

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